Quando eu estive no Six Flags Great Adventure pela primeira vez, em 2010, a sensação era de um sonho realizado. Afinal, lá estavam algumas das maiores e mais radicais montanhas-russas do mundo. Quem me conhece sabe que eu sou alucinado por elas. Voltar lá em 2011 foi um "plus a mais", como dizem. E agora, mais precisamente no dia 28 de abril de 2013, lá estive eu pela terceira vez. Os detalhes desta aventura você confere abaixo:
Existem vários Six Flags espalhados pelos Estados Unidos. O mais legal fica em Jackson, estado de New Jersey. Umas 3 horas de carro de onde eu estava, New Fairfield (Connecticut), passando por NY. Eu e meu primo Alex, que mora há cerca de 15 anos aqui nos EUA, saímos de casa por volta de 8h da manhã. O parque, neste dia, abriria às 10h30 - e era justamente o Opening Season dele, ou seja, o primeiro dia em que ele funcionaria no ano (como o inverno aqui é muito rigoroso, o parque fica fechado por vários meses).
Compramos os ingressos pela internet no dia anterior (saiu a 37 Dólares - na hora custa 62 - uma economia de 25 Dólares! Você imprime o comprovante com o código de barras e pronto). Chegamos às 11h15. Pra estacionar são mais 22 Dólares. Tinha muita gente, como era de se esperar. E devido aos atentados de Boston, a segurança estava reforçada: detector de metais, bolsas e mochilas sendo revistadas, o que provocou muitas filas.
Pronto! Entramos. Agora era só diversão, certo? Errado! Escolhemos ir primeiro na Superman Ultimate Flight, a montanha-russa do Superman em que você vai deitado. O trilho fica em cima e a sensação é a de que você está voando. 30 minutos aguardando na fila - o que nem foi muito, cá entre nós. Assim que sentei no carrinho tive a ideia de filmar o trajeto com a minha câmera - o que não é recomendado.
Esperei o carrinho começar a andar, abri a minha bolsa e peguei a filmadora (que é bem pequena - desses modelos novos da Sony). Só que a subida foi muito rápida e não deu tempo de fechar a bolsa completamente. Resultado: no primeiro looping e lá se foram meu Iphone, a máquina fotográfica e as chaves do carro do meu primo!!! Pelo menos eu registrei em vídeo o percurso, hahaha:
Depois fomos orientados a procurar o setor de Achados e Perdidos do parque. Informamos quais foram os objetos perdidos e em que local havia ocorrido o incidente. Nos avisaram que dentro de 3 ou 4 dias eles ligariam se achassem, pois teriam que esperar o parque fechar e desligarem as montanhas-russas para irem lá procurar. E como voltaríamos pra casa? Meu primo teve que ligar para um chaveiro, que abriu o carro à força e fez uma cópia da chave. Nada barato, diga-se de passagem. =[
Enquanto ele resolvia isso, eu fui nas outras montanhas-russas. Na verdade o passeio havia perdido um pouco a graça neste momento, mas ele insistiu para que eu me divertisse - ele não gosta muito desses brinquedos radicais, e eu acabei indo, mesmo um pouco contrariado. Bem, nada faria eu voltar no tempo, e já que havia acontecido mesmo, o jeito era me conformar. E tentar aproveitar o restante do sábado.
A próxima que eu fui foi a Green Lantern, montanha-russa do Lanterna Verde em que você vai em pé. É muito boa, mas nessa eu não tive como filmar. Uma dica é você ficar na fila de "Single Riders". É mais rápida, mas você vai em assentos que geralmente sobram, com desconhecidos ao seu lado. Pra mim não foi problema.
Depois foi a vez da Kingda Ka, a mais alta dos Estados Unidos. Ela é muito rápida, dura uns 30 segundos e tem 90 graus de subida e descida. Muito doida - mas não a melhor, na minha opinião. Prefiro as que duram mais.
El Toro veio na sequência. Ela é toda de madeira e é bem veloz também. Umas das minhas preferidas, apesar de sacolejar bastante.
Logo depois me diverti na Bizarro. Esta é ótima, tem umas explosões e tudo. Saca só:
A Nitro é outra de minhas preferidas, apesar de não ter loopings. É que o trilho dela é bem longo e você vai preso pela perna apenas. A sensação de que você vai cair é grande!
A última que eu fui, já no finalzinho da tarde, foi a Batman The Ride, que tem os trilhos invertidos, em cima. Você vai com os pézinhos balançando...
Bem, viemos embora às 19h, com a chave extra do carro que o meu primo mandou confeccionar. Foram 8 horas de Six Flags e sete montanhas-russas de saldo. Agora era enfrentar as 3 horas de viagem de volta pra New Fairfield. Se valeu a pena? Claro que sim... bens materiais a gente recupera. E a emoção de ter andado nessas montanhas-russos que adoro não tem preço! Mas serei mais cauteloso da próxima vez.
Claro que fico triste pelas fotos, agenda e outras coisas que tinha no celular. Fazer o quê, né? Até agora ninguém ligou pra dizer que encontraram os objetos. Mesmo sabendo que aqui a cultura das pessoas é devolver o que encontram - bem diferente do Brasil - ainda tenho minhas dúvidas se vou achá-los. Mas... a esperança é a última que morre!
É isso! Até a volta, Six Flags Great Adventure!
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Aventuras e desventuras no Six Flags Great Adventure
Postado por
Pedro Henrique Vieira - Jornalista, ator, cinéfilo, viciado em TV, música, internet e cultura pop em geral!
às
14:35
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